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    Economia

    Setor de cerâmica amarga queda nas vendas

    adminBy admin15 de abril de 2016Nenhum comentário5 Mins Read
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    Arroio do Meio – O ano de 2015 e o início de 2016 é considerado atípico para o setor cerâmico do Estado e consequentemente do Vale do Taquari. Ao contrário dos anos anteriores, em que o segmento registrou crescimento nas vendas acompanhado do crescimento da construção civil, houve diminuição da comercialização. No município a retração, segundo proprietários de olarias, foi de até 30%.

    Empresários do setor atribuem o período de dificuldades à crise econômica nacional, mas também a crise política pela qual passa o país. A queda nas vendas no ano passado e no primeiro trimestre de 2016 provocou demissões, que ainda podem ocorrer caso a situação persista por muito tempo. Quarenta cerâmicas fecharam no Estado no último ano. O baixo preço pago pelo produto, a alta carga tributária, os preços do combustível e da energia elétrica também pesaram no custo de produção.

    Produção de um mês encalhada

    O proprietário da Cerâmica Bruxel, que faz parte da diretoria do Sindicato das Indústrias de Olaria e de Cerâmica para Construção no Estado do Rio Grande do Sul – Sindicer/RS– Fernando Bruxel, revela que no Estado 40 cerâmicas fecharam no último ano. Observa que o período entre 2008 e 2014 foi favorável para o setor, que foi impulsionado pelo crédito fácil e financiamentos acessíveis à população, inclusive de baixa renda. Entretanto, o desempenho não se repetiu em 2015, quando as vendas tiveram queda de 30%.

    Para ele o mercado deve apresentar melhoras somente depois da situação política brasileira se resolver. “Acredito que a crise seja mais política que econômica. Depois que o Brasil resolver a atual situação, o mercado deverá crescer. Investidores voltarão a investir e assim o setor deve voltar a girar”, observa.

    Ele lembra que até dezembro de 2014 conseguia escoar toda a produção mensal que era é de 600 mil unidades. Já no início de 2015 o produto começou a encalhar e hoje se acumulam no pátio da empresa cerca de 550 mil tijolos.

    A queda nas vendas também forçou o empresário a demitir. No ano que passou o quadro de funcionários foi reduzido de 25 para 20. Para não demitir ainda mais, a saída foi conceder férias aos demais funcionários, parando a fábrica por três vezes. “Para se ter uma ideia, nos outros anos tocávamos direto de janeiro a dezembro, 24 horas por dia. Já o ano que passou foi atípico”, revela.

    Abandonar o setor

    Segundo proprietário da Cerâmica Theves, Wanderlei Theves, o grande problema ocorreu em 2007 e 2008 quando aconteceu o boom na construção civil. Nesses anos, o governo liberou recursos para construção e ampliação de novas olarias que passaram a produzir três vezes mais. O excesso de produto no mercado provocou a concorrência desleal e o preço despencou, prejudicando toda a cadeia produtiva.

    Ele diz que o ramo vem enfrentando dificuldades há pelo menos uma década e meia. Lembra que há 15 anos o milheiro do tijolo maciço era comercializado a um salário mínimo. Hoje é vendido por 35% desse valor. Fez outra comparação dizendo que anteriormente era preciso vender três mil tijolos para pagar a energia elétrica de sua olaria, hoje é preciso entre 18 e 25 mil unidades para saudar a dívida. “Para se ter uma ideia, há 20 anos eu trocava mil tijolos por 12 metros de lenha de eucalipto, para realizar a secagem. Hoje, com essa mesma quantia de tijolos, consigo apenas seis metros”, destaca.

    Depois de trabalhar por 36 anos no ramo cerâmico, Theves pretende deixar o setor. O baixo preço pago pelo produto, o excesso de exigências dos órgãos ambientais, a alta carga tributária e as exigências trabalhistas faz o empresário pensar em abandonar o ramo cerâmico. “Diante de tudo isso fui reduzindo o número de funcionários ao longo do tempo. Cheguei a ter 12, agora são apenas seis”, declara.

    Diversificação afasta a crise

    O sócio-proprietário da Cerâmica Barrense, que atua há 65 anos no município, Maurício Juchen, revela que a compra de equipamentos modernos impulsionaram as vendas, afastando a crise econômica vivida pelo setor. Com a modernização, novos tipos de tijolos começaram a ser produzidos, e hoje a empresa oferece um mix diversificado, com 10 tipos de tijolos, entre maciços e furados.

    A ideia de diversificar veio no início de 2015, quando a baixa procura pelo tijolo maciço afetou fortemente a saúde financeira da empresa. A situação fez os proprietários planejarem uma estratégia para continuar no mercado e, assim, driblaram a crise que afeta o ramo.

    No que diz respeito a vendas, a Cerâmica Barrense não tem do que se queixar. Comercializa o produto para todo o Estado e até para fora dele. Só na última semana, duas carretas saíram lotadas. Uma para Dourados, no Mato Grosso e outra para Tubarão, em Santa Catarina. Os únicos paletes que estavam no pátio da empresa, tinham destino certo, estavam vendidos para Soledade. O valor cobrado varia entre R$ 350 a R$ 950, dependendo do tipo e tamanho do tijolo. “Pedimos prazo de 10 a 15 dias para fazer a entrega”, afirma.

    Se por um lado as vendas estão regulares, por outro lado o empresário se queixa dos custos de produção e do baixo preço pago pelo produto que, segundo ele, não acompanhou itens como o preço do combustível, da energia elétrica, dos impostos e da folha de pagamento. “Conseguimos reajustar o preço há poucos dias, porém somente 7%”, observa.

    Maurício lembra que há 12 anos houve uma crise que afetou o setor de construção civil e, consequentemente, as olarias. “Essa foi bem pior, uma vez que a cerâmica oferecia somente um tipo de tijolo, o maciço”, enfatiza.

    Arroio do Meio
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