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    Educação

    Paralisação reivindica pagamento em dia

    adminBy admin15 de setembro de 2017Nenhum comentário5 Mins Read
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    Receber o salário parcelado se tornou rotina para funcionários públicos ligados ao Executivo Estadual que contabilizam o 21º parcelamento consecutivo. A razão é o agravamento da crise financeira que atinge o Estado e que se intensificou no início do último ano, obrigando o governador José Ivo Sartori a adotar a prática como única saída para o pagamento do funcionalismo.

    Diante da situação, o Cepers Sindicato realizou nos últimos dias, várias manifestações em frente ao Palácio Piratini e decidiu pela paralisação até que os salários sejam pagos na integralidade, o que aconteceu na quarta-feira, dia 14. Porém, diante do anúncio do Secretário Estadual da Fazenda, Giovani Feltes, de que o salário de setembro será pago só no dia 15 de outubro, motivou a categoria a continuar a greve.

    Entretanto, nos cinco municípios de abrangência do jornal O Alto Taquari, somente a Escola Estadual Guararapes de Arroio do Meio, com pouco mais de 500 alunos, aderiu à paralisação e está de portas fechadas desde segunda-feira, dia 11. Dos 45 professores 37 decidiram parar por tempo indeterminado. Funcionários também aderiram. Dos dez trabalhadores, nove estão parados. Em frente ao educandário foram afixadas faixas e um cartaz na cor preta com a frase, ‘Luto pela Educação’, demostrando o descontentamento. Já as escolas estaduais de Capitão, Travesseiro, Marques de Souza e Pouso Novo funcionam normalmente.

    O coordenador do 8° núcleo do Cepers com sede em Estrela, Gerson Johann, afirma que a classe vive um momento de angústia. Revela não lembrar de situação semelhante em outros governos e que a situação é preocupante e desanimadora para a classe que não está conseguindo honrar com seus compromissos básicos. “A luta não é somente dos professores e sim de toda a sociedade. A educação é um princípio básico de todo o ser humano e por isso temos que lutar por ela”, desabafa.

    Situação inusitada

    A professora Valquiria Pretto Dienstmann fala que a falta de respeito do governo do Estado para com os professores foi a principal razão que a levou a aderir à paralisação. Lembra que a categoria sempre reivindicou por melhores condições salariais, mas que é a primeira vez que reivindica para receber o salário em dia. “Nos primeiros parcelamentos, estava conseguindo equilibrar as contas. Mas agora virou uma bola de neve, pois o salário parcelado me obriga a pagar juros das contas que vencem no início do mês”, fala.

    Na terça-feira participou de um ato público em frente ao Palácio Piratini, organizado pelo Cepers Sindicato, quando foi solicitada a presença do governador José Ivo Sartori para ouvir as reivindicações da categoria. Sartori não apareceu e alguns professores tentaram entrar no Palácio Piratini, mas foram barrados pela Tropa de Choque. “Colegas foram atingidos com gás de pimenta. Uma atitude desnecessária”, conta.

    Ela questiona a situação financeira do governo do Estado, já que outros poderes, a exemplo do Legislativo e Judiciário não foram afetados com o parcelamento de salários. Agora volta às atenções para outubro, mês que o salário será novamente parcelado. “Vivemos uma contradição. A sociedade ressalta a importância da educação, tanto no crescimento humano como no profissional e em contrapartida não somos valorizados”, desabafa.

    Carla Hoppen possui 33 anos de sala de aula, 20 deles dedicados ao magistério estadual. Para ela essa é uma situação inusitada, pois sempre reivindicou por melhores condições salariais e nunca para receber o salário em dia. Fala que a forma de pagamento adotada pelo governo é humilhante para a categoria que vê seus proventos serem pagos a conta-gotas. Como a maioria dos funcionários estaduais ligados ao Executivo, questiona o pagamento integral da folha ao Legislativo e ao Judiciário.

    Ela concorda que as paralisações trazem prejuízos ao calendário escolar, porém são necessárias. Lembra que grande parte das conquistas da categoria foram através das greves. “A paralisação não é boa para ninguém. Mas é a única solução que temos”, ressalta.

    A preocupação é a mesma dos colegas de profissão que não veem perspectiva de melhora para os próximos meses. Lembra que contas como água, luz e telefone, quando pagas em atraso, possuem juros, diferentemente do salário que não é acrescido de juros por ser pago em atraso. “A notícia que temos é que o salário referente ao mês de setembro será pago a partir do dia 15 de outubro. Temos que reverter essa situação. Mas para isso é necessário o apoio de todos os professores”, reforça.

    CPM apoia professores

    O Círculo de Pais e Mestres da Escola Estadual Guararapes sensibilizou-se com a situação vivida pelos professores e está apoiando a causa. A presidente Denise Borguetti revela que a escola possui um CPM bastante atuante no ambiente escolar e concorda com os professores que a postura do governo prejudica não só os profissionais da educação, mas toda a comunidade escolar que envolve alunos e pais. “As aulas terão que ser recuperadas. Alterará todo o calendário escolar. Situação preocupante” e questiona: “com que ânimo os professores darão as aulas para nossos filhos, com salários atrasados?”

    Arroio do Meio
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