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    O Vestido Branco da Promotora

    O Alto TaquariBy O Alto Taquari26 de abril de 2024Nenhum comentário3 Mins Read
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    A bela cidade de Estrela ficava à margem do rio que a dividia da cidade irmã Lajeado. O lindo vale, de colonização germânica e italiana, era rico e próspero. A proximidade das várias cidades e a amizade entre seus habitantes proporcionavam um agradável convívio entre os titulares das diversas comarcas. Qualquer solenidade ou festa tinha a presença obrigatória dos juízes, promotores, advogados e serventuários das outras comarcas. Jurisdicionei inicialmente Arroio do Meio, depois Estrela, quando era titular de Encantado o saudoso Des. Marco Antonio Barbosa Leal, depois presidente do Tribunal de Justiça, que continuou a me chamar carinhosamente de “alemão”. Nesse período conheci o famoso “porco à paraguaia”, que ele adorava, assado durante um dia inteiro, tão macio que podia ser comido apenas com o garfo. Naquele período a fábrica da Polar ficava em Estrela, onde tomei os melhores “chopes” de minha vida. Direto da fábrica vinha um carrinho com rodas que passava entre as mesas com os barris. Uma grande mangueira, com uma pistola na ponta, permitia ao garçom servir todos os copos dos dois lados da longa mesa. Em seguida voltava repondo a espuma para todos os convivas. Cerveja sempre geladinha e com dois dedos de espuma. Uma delícia. No fórum havia uma senhora encarregada da limpeza e que praticamente me adotou. Na época não havia qualquer segurança e ela fazia a triagem encaminhando as pessoas para as diversas salas. Para falar com o Juiz precisava convencê-la que o assunto era mesmo com ele. Fazia tempo que não se realizava um júri na comarca e a nova promotora faria sua estreia, pois nunca havia atuado em um julgamento. Pessoa estudiosa e dedicada, fez, depois, brilhante carreira.

    Preparava-se com cuidado para fazer uma boa atuação em plenário. O processo não ajudava. No primeiro grau, antes da sentença de pronúncia, o pro[1]motor anterior pedira a absolvição sumária do réu e o Juiz o absolveu, livrando-o do júri popular. O processo subiu obrigatoriamente ao Tribunal, onde o Procurador de Justiça opinou pela manutenção da absolvição do réu. No entanto o Tribunal não concordou, reformou a sentença e mandou o réu a julgamento popular. Era uma causa perdida para a acusação, pois bastaria ao defensor ler as manifestações do promotor anterior, do Procurador de Justiça e da sentença do Juiz que absolvera sumariamente o réu. A dedicada promotora, no entanto, esmerou-se em seu trabalho, fazendo sua análise das provas, tentando convencer os jurados que deveriam condenar o réu. Durante a argumentação da defesa, fez vários apartes, dando a entender que voltaria com a réplica, falando mais meia hora. Todo mundo já estava cansado, apenas esperando o desfecho, que seria a absolvição do réu, face ao histórico do processo. Nesse momento a dedicado serviçal foi servir um cafezinho para a diligente promotora e, inadvertidamente, entornou o conteúdo da xícara sobre o impecável vestido branco da pro[1]motora. Nem é preciso dizer que não houve réplica e o desfecho, já esperado, foi a absolvição do réu. Jocosamente os advogados da cidade brincavam que eu teria influenciado a serviçal para a ocorrência do “acidente”. Mas não foi…

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