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    Criança não! Cachorro talvez …

    adminBy admin28 de julho de 2011Nenhum comentário3 Mins Read
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    Mike Vuick é proprietário de um restaurante nos Estados Unidos. É casado, tem 42 anos, não tem filhos e, semana passada, baixou uma determinação em seu estabelecimento: criança menor de 6 anos não entra. Não é preciso dizer o volume do bafafá que a medida do Sr.Vuick alcançou. Ele alegou que o barulho das crianças tornara-se ensurdecedor, não podia mais ser contido e acabava sempre perturbando outros clientes. O ato é perfeitamente legal nos Estados Unidos, o que não impediu a discussão sobre até que ponto as crianças podem ser controladas em público?

    Mike Vuick tomou a decisão radical baseado em quatro fatores:

    • 1) Os pais traziam bebês cada vez mais novos ao restaurante
    • 2) As crianças entre um e 5 anos se comportavam cada vez pior
    • 3) Os pais mostravam cada vez menos disposição para controlar seus filhos
    • 4) Os clientes não paravam de reclamar – muitos deles alegando que haviam tido o cuidado de deixar os próprios filhos em casa com uma babá ou com um parente para ter um jantar mais tranquilo.

    O texto acima foi veiculado no site www.zerohora.com na última terça-feira e confesso que me deixou confuso. Minha reação inicial foi de total desaprovação à decisão do empresário. Afinal, meus filhos – hoje adolescentes – frequentam restaurante desde a mais tenra idade. E acho que, por isso, sabem se portar com educação em qualquer ambiente público.

    Mas depois de refletir com calma acabei compreendendo as razões de Mike Vuick a partir de acontecimentos que presencio frequentemente em churrascarias, bares e restaurantes. A falta de responsabilidade de pais e mães que deixam os filhos “ao Deus dará” durante as refeições é uma face do fenômeno da “terceirização” que muitos responsáveis adotam. E que já tratei nesta coluna.

    Nos EUA, o acesso de cães a diversos restaurantes é liberado e serve de atrativo

    Correria entre as mesas, arremesso de comida, brincadeiras sob as cadeiras de pessoas estranhas à família e gritos em profusão são cenas habituais, lamentáveis e que, para muita gente, são aceitas com naturalidade. A ausência de pulso para controlar os filhos – de qualquer idade – parece um mal que assola a sociedade moderna. A rotina, principalmente nesta época de férias escolares, do uso ilimitado do computador e seus variáveis parece inviabilizar o aperfeiçoamento das relações humanas destes seres ainda tão jovens.

    O desrespeito, a falta de consideração e o egoísmo grassam por todos os cantos. E não seria num local público destinado às refeições que isso deixaria de acontecer. Mas será que esconder o problema constitui na solução mais eficiente? Compreendo as razões do empresário gastronômico norte-americano, mas ainda acho que levar a gurizada desde cedo ao restaurante é mais edificante que “esconder esta vergonha para baixo do tapete”.

    O interessante desta história é que os Estados Unidos são pioneiros no acesso de cães, inclusive em restaurantes e bares. Talvez os animais domésticos sejam mais facilmente adestrados para obedecer às regras básicas de convivência.

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