NOSSA CAPA
    DESTAQUES

    EDVINO CLASS: há sete décadas vivendo e pensando em Marques de Souza

    25 de janeiro de 2026

    Cineasta realiza curso de cinema em Arroio do Meio

    25 de janeiro de 2026

    Esporte Clube Facão iniciou futebol em Bela Vista

    25 de janeiro de 2026
    Facebook Twitter Instagram
    Facebook Twitter Instagram
    O Alto TaquariO Alto Taquari
    ASSINAR
    • LEIA ONLINE (PDF)
    • Início
    • CATEGORIAS
      • Agricultura
      • Comércio
      • Cultura
      • Economia
      • Educação
      • Geral
      • Política
      • Polícia
      • Política
      • Saúde
      • Tecnologia
      • Trânsito
      • Transporte
      • Turismo
    • Cotidiano
    • Colunas
      • Isoldi Bruxel – Apartes
      • Alexandre Garcia
      • Resenha do Solano
      • Ivete Kist – Carta Branca
      • Alício Assunção – Mais Turismo
      • Gilberto Jasper – Em Outras Palavras
    • Esportes
      1. Bocha
      2. Copa Pituca
      3. Escolinhas
      4. Futebol
      5. Futebol Amador
      6. Futsal
      7. Gauchão
      8. Motocross
      9. Outros esportes
      Featured

      Esporte Clube Facão iniciou futebol em Bela Vista

      25 de janeiro de 2026
      Recent

      Esporte Clube Facão iniciou futebol em Bela Vista

      25 de janeiro de 2026

      Eduardo Brock assina com Novorizontino para temporada 2026

      9 de janeiro de 2026

      Só Barulho e Acia/Glória decidem título da categoria Livre

      12 de dezembro de 2025
    • ESPECIAIS/CADERNOS
      • 50 anos da AMAM
      • Arroio do Meio – 85 Anos
      • Eleições 2022
      • Escola São Caetano – 110 anos
      • Agrovale
    O Alto TaquariO Alto Taquari
    You are at:Início » O Medo Não é Tolo
    Colunas

    O Medo Não é Tolo

    O Alto TaquariBy O Alto Taquari14 de junho de 2024Nenhum comentário3 Mins Read
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
    Compartilhar
    Facebook Twitter Pinterest WhatsApp Email

    Já se falou muito sobre a enchente que se assolou o estado no início do mês de maio e  deixou um rastro de destruição impressionante. Falamos muito e muito se há de falar ainda. Os destroços  resultantes permanecerão por longo tempo, não só nos bairros devastados, como também no imaginário coletivo.

    Entre os destroços que remanescem se encontra o medo.

    Sim, ficou entre nós um sentimento muito sombrio. Poderíamos dizer que um bloco de medo paira sobre as cabeças e nos toma o coração.

    Se tentarmos destrinchar o bloco, vamos descobrir que ele está composto por itens diferentes, mas não tem nada de fantasia ou invenção.

    O maior de todos os nossos medos se relaciona com os desastres que o futuro pode trazer ainda. Ninguém sabe quando, mas todos pressentimos que voltarão, talvez ainda maiores. A chuva no telhado, de agora em diante, será tomada sempre como nefasto aviso prévio. Falará mais da insegurança do que do aconchego que embala um sono bom. Quem consegue acreditar que passarão décadas antes de novo evento?

    Outro medo é de que a recuperação de estradas, pontes e tudo o mais ganhe o estilo dos “puxadinhos”, aquelas enjambrações totalmente provisórias, feitas no calor da hora, e que depois vão ficando para sempre. Ou até que novo desastre escancare   sua total precariedade.

    Temos medo também de que os discursos sobre ajudas oficiais não passem de discursos. Que pouco entreguem além de belas palavras. Que fique faltando, uma intervenção de longo alcance. Que no lugar de planos sérios, com etapas definidas, cronogramas e execução sólida… tudo sejam figuras de linguagem soterradas embaixo de papeis e formulários e prazos que não se cumprem. E que por fim os dinheiros prometidos escorreguem pelos ralos e ninguém nunca mais lhes conheça o paradeiro.

     Temos medo de que prospere a ignorância e que  se desperdice a chance de reconstruir com  visão de longo prazo, sobre a base do conhecimento disponível e não do jeito como cada um consegue. Temos medo de que  a gente não alcance aprender com o infortúnio que tanto sofrimento causa.

     Os nossos medos têm história, são reais, se justificam. Somos gatos escaldados. Nossos  medos são bem mais que devaneio. O nosso medo tem história. O nosso medo, portanto, não é tolo.

     Agora, peço emprestada de Adolfo Bioy Casares uma frase melancólica. O escritor argentino encerrou certa história que contava, dizendo assim: “o medo não é tolo, mas é triste”. Falou isso, quando descrevia  um homem  a quem faltou coragem para encarar um desafio de vida. Eu trago para cá a mesma frase. Temos muitas justificativas para sentir o que sentimos. Mesmo assim, não deixa de ser triste haver tanta insegurança. Estarmos tristemente tomados  de dúvidas e incertezas.

        O medo não é tolo, mas é triste.

    O Alto Taquari

    Postagens Relacionadas

    Gargalos no mercado chinês

    23 de janeiro de 2026

    DEMOLIÇÃO

    23 de janeiro de 2026

    VERANEIO

    23 de janeiro de 2026

    Em Santa Catarina, a Rota do Enxaimel preserva centenárias construções

    23 de janeiro de 2026
    Não perca

    EDVINO CLASS: há sete décadas vivendo e pensando em Marques de Souza

    25 de janeiro de 2026

    O município de Marques de Souza completou 30 anos há alguns dias, e hoje vou…

    Cineasta realiza curso de cinema em Arroio do Meio

    25 de janeiro de 2026

    Esporte Clube Facão iniciou futebol em Bela Vista

    25 de janeiro de 2026

    A planta centenária da Família Steiger

    24 de janeiro de 2026
    Manter contato
    • Facebook
    • Instagram
    Nossas Escolhas

    EDVINO CLASS: há sete décadas vivendo e pensando em Marques de Souza

    25 de janeiro de 2026

    Cineasta realiza curso de cinema em Arroio do Meio

    25 de janeiro de 2026

    Esporte Clube Facão iniciou futebol em Bela Vista

    25 de janeiro de 2026

    FAÇA SUA ASSINATURA

    Faça sua assinatura e receba semanalmente o seu Jornal O Alto Taquari no conforto de sua casa ou empresa.

    Sobre nós
    Sobre nós

    Fundado em 1967, o jornal O Alto Taquari, desde o princípio, teve um enfoque comunitário, dando espaço e repercussão para iniciativas e fatos do cotidiano dos municípios de atuação.

    Desde os anos 80, o periódico está sob a coordenação e direção de Isoldi Bruxel. Neste período, o jornal acompanhou as mudanças que ocorrem em âmbito regional, nacional e até mesmo mundial, principalmente em termos de tecnologia e empreendedorismo, que influenciaram as relações e ambientes sociais, econômicos e culturais.

    Nossas Escolhas

    EDVINO CLASS: há sete décadas vivendo e pensando em Marques de Souza

    25 de janeiro de 2026

    Cineasta realiza curso de cinema em Arroio do Meio

    25 de janeiro de 2026

    Esporte Clube Facão iniciou futebol em Bela Vista

    25 de janeiro de 2026

    A planta centenária da Família Steiger

    24 de janeiro de 2026
    INFORMAÇÕES GERAIS

    Pérola Editora Jornalística Ltda.
    Diretora/editora: Isoldi Bruxel
    Impressão: Gráfica UMA
    Periodicidade: semanário com circulação às sextas-feiras
    Área de abrangência: Arroio do Meio, Capitão, Travesseiro, Pouso Novo e Marques de Souza

    Rua Dr. João Carlos Machado, 775, 2º piso
    Caixa Postal 67 – Arroio do Meio – RS
    CEP 95940-000
    Telefone: 51 3716 1291
    E-mail: jornal@oaltotaquari.com.br

    O Alto Taquari
    Facebook Instagram WhatsApp
    © 2026 Todos os Direitos Reservados ao Jornal O Alto Taquari. Por Drops Criativa.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.