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    Agrovale

    Tecnificação leiteira exige inovação da assessoria veterinária

    adminBy admin28 de fevereiro de 2020Nenhum comentário4 Mins Read
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    A última década, milhares de famílias deixaram a atividade leiteira, em decorrência de normativas sanitárias e investimentos tecnológicos que inviabilizaram a continuidade no segmento. Por outro lado, quem permaneceu teve que aderir à tecnificação. Nesta nova realidade o supor- te veterinário é essencial para a maximização dos resultados.

    O jovem médico veterinário Augusto César Zambiasi Beneduzi, 24 anos, filho do ex-prefeito de Capitão, César Beneduzi, vai além e diz que a sustentabilidade da profissão que escolheu está diretamente ligada ao aumento da produtividade e diminuição dos transtornos na bovinocultura, constante busca por inovação e aumento da rentabilidade. “Nossa relação com a propriedade vai muito além da parte clínica. A assessoria veterinária visa a medicina preventiva, o acompanhamento reprodutivo para melhorar índices como taxa de prenhês e melhoramento genético do rebanho, focando em acasala- mentos e planos genéticos”.

    Segundo ele, o manejo sanitário adequado, com vacinações e diagnósticos precisos, diminuem consideravelmente a ocorrência de doenças infectocontagiosas e metabólicas, que influenciam na produtividade, diminuindo também a necessidade da intervenção clínica e cirúrgica que sempre é mais cara.

    A nutrição é outro fator a ser monitorado, pois deve atender as demandas energéticas dos animais de forma balanceada, sendo necessária a inclusão de dietas pré e pós-parto, por lotes de produção e por categorias. Todas as estatísticas do rebanho, juntamente com exames clínicos e ginecológicos, possibilitam a sincronização da reprodução, com a secagem das vacas no momento exato, garantindo períodos de lactação com alta produção. “Dispomos de software para nos ajudar a gerar dados e conseguir mostrá-los para o produtor, que tende a ganhar com determinadas medidas”. Além de diminuir o intervalo entre partos, estas informações permitem que a taxa de serviço (observação de cio e inseminação) aumente consideravelmente nas vacas aptas.

    Entretanto, para ajudar os bovinocultores nas tomadas de decisão, Beneduzi não fica restrito à parte veterinária, e analisa outras características das propriedades e do plantel, viabilidades e intenções. Os resultados são de médio e longo prazo. “Atendo um produtor que fez a média do plantel subir de 16 para 29 litros. Outra família diminuiu o plantel de 50 para 30 animais e dobrou a produção. Teve um caso em que um produtor procurou o acompanhamento após perder sete animais num surto de tristeza parasitária. No primeiro ano, a produção aumentou 15 mil litros. Estes são exemplos de que o custo veterinário se dilui na lucratividade, sem citar a saúde do plantel e menores prejuízos com mortalidade”, revela.

    Beneduzi também destaca os ganhos com sistemas de confinamento que privilegiam o bem-estar animal e conforto: “No pasto, em muitos casos, o estresse calórico é maior. De nada adiantam pastagens sem a disponibilização de água e sombra. Apesar do serviço, levar o trato até o estábulo envolve menos tempo do que conduzir o plantel aos piquetes, e proporciona uma alimentação com mais qualidade”, pondera.

    Um equívoco detectado pelo profissional é a obsessão crescente pela escolha de semens de raças de corte de forma contínua nas inseminações da bovinocultura leiteira. Segundo ele, por vezes essa preferência pode comprometer a reposição do gado leiteiro, pois descartes ocorrem.

    Apaixonado pela lida campeira, o interesse pela veterinária se intensificou durante o Ensino Médio. Seu primeiro emprego foi na agropecuária da família Suing, em 2009, estabelecimento que frequentava desde criança. Pelo constante contato com produtores e a paixão por animais, entendeu que a melhor opção para sua graduação era a faculdade de Medicina Veterinária, que iniciou em 2013, na UniRitter em Porto Alegre e, paralelamente teve a oportunidade de fazer diversos cursos técnicos. Quando retornava a Capitão nos fins de semana, acabava prestando serviços de inseminação, que o aproximaram ainda mais do segmento. Formado desde 2018, se viu desafiado a inovar no mercado. Juntamente com os veterinários Douglas Rübenich, Daniel Jonas Storck e Gustavo Potrich Marchioretto, Beneduzi, integra a Valevet, empresa especializada em assessoria à bovinocultura leiteira e representante da Alta Genetics, empresa que, em 2019, comercializou seis milhões de doses de sêmen no Brasil.

    A Multinacional proporciona diversos cursos e treinamentos em outros estados e até mesmo fora do país para trazer conhecimento mais qualificado. A Valevet atende mais de 80 produtores fixos em todo Vale do Taquari, com o foco de ajudá-los a aumentar a produtividade e ter um maior retorno econômico, mantendo-os na atividade. “Temos produtores de 300 animais e produtores com 12”, revela.

    Apesar do foco ser a medicina preventiva e reprodutiva, a equipe que integra também é especializada na parte clínica e cirúrgica, testes de tuberculose e bruclose, entre outras atribuições. Além dos cursos e treinamentos oferecidos pela multinacional, Beneduzi realiza a pós-graduação em nutrição animal pela Rehagro em Passo Fundo.

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