Arroio do Meio – Diversas ruas do município estão apresentando sintomas de deteriorização na camada asfáltica. São crateras, ondulações e rachaduras, que desafiam a habilidade dos motoristas de carros, caminhões, motocicletas e bicicletas.
Além de provocarem danos nos pneus, amortecedores e estrutura dos veículos, esses defeitos de pista, podem ocasionar acidentes, especialmente aos condutores de outras localidades, que não utilizam essas vias com tanta frequência.
Os trechos com maior índice de reclamações, inclusive com pedidos imediatos de reparos feitos por vereadores de situação e oposição, se encontram nas ruas Bela Vista, Henrique Heineck, Theobaldo Käfer, Gustavo Wienandts, Presidente Vargas, Arthur José Schröder, entre outras. Algumas delas foram asfaltadas ainda na década de 1990 e os estado de conservação já não suporta mais a recorrência de chuvas e o fluxo de cargas pesadas.
Entretanto, o principal motivo para o surgimento dos buracos, estaria ligado a consertos em vazamentos na rede de água, feitos pela Corsan e defeitos de drenagem. De acordo com o coordenador do Setor de Serviços Urbanos, Erno Nos, é necessário esperar um período após a manutenção, antes da colocação da camada asfáltica, para o subsolo ficar firme e não gerar futuros desníveis na pista.
Erno até revelou que a solicitação de asfalto já foi feita à Conpasul, vencedora da licitação para reparos, há cerca de um mês. Mas como a usina asfáltica da construtora não estava em funcionamento, pois não estava realizando nenhuma obra pela região, não foi possível atender o município.
Segundo ele, reparos menores até podem ser feitos com o asfalto frio, que chega a ser três vezes mais caro que o asfalto quente. O que não é o caso em questão “Se o tempo ajudar, a colocação de asfalto iniciará na próxima semana”, garantiu.
Quanto as vias asfaltadas na década de 1990, o Secretário Municipal do Planejamento, Carlos Henrique Meneghini, não descartou o recapeamento asfáltico ainda nesta gestão. As obras consistem na remoção/escavação do asfalto velho, e em alguns casos, revisões de drenagem e base. “Vai depender de questões orçamentárias, pois existem muitas ruas ainda sem pavimentação”, apura.


