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    Especial

    “Cidade sem jornal é cidade sem história, sem memória, sem liderança, sem vida comunitária”

    adminBy admin12 de fevereiro de 2017Nenhum comentário4 Mins Read
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    Ao completar 50 anos, O Alto Taquari entrevista a professora, pesquisadora e doutora em Jornalismo do Interior, Beatriz Dornelles. Organizadora e autora de 12 livros, a professora titular do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da PUCRS, fala dos desafios de se fazer jornal no interior. Em outubro Beatriz palestrou para as equipes dos jornais do Instituto de Cooperação e Desenvolvimento de Mídia Comunitária (Icom), no congresso do instituto, em Torres.

    AT – Como a senhora vê o papel do jornalismo impresso nas cidades de pequeno e médio porte no interior do RS e Brasil?

    Beatriz Dornelles – Os jornais de cidades do interior são de grande importância para o desenvolvimento do município. Cidade sem jornal é cidade sem história, sem memória, sem liderança, sem vida comunitária. O jornal é peça fundamental para a democracia, seja qual for o tamanho do município. O jornal é a melhor forma de garantir à população seus direitos civis e humanitários.

    AT – Qual a importância da informação e conteúdo de qualidade no desenvolvimento de uma comunidade?

    Beatriz Dornelles – Informação é tudo que precisamos no dia a dia, especialmente em se tratando de informação da cidade. Desde a hora que acordamos até a hora de deitar estamos a procura de informação. É o clima, o trânsito, a água, a luz, a rede bancária, o comércio, os serviços essenciais, os hospitais, as farmácias, os mercados, a escola, o policiamento, a criminalidade. Tudo é importante no dia a dia. E o jornal de qualidade oferece todas essas informações à população e muito mais. Ajuda a refletir sobre problemas mais complexos, como questões ambientais, poluição, campanhas eleitorais, política e economia. O jornal tem obrigação de ser melhor que o Google, pois seus profissionais procuram abastecer a cidade com informações que o Google não oferece nem a televisão, nem o cinema e nem o rádio. Por isso ele é tão importante.

    AT – Hoje todos os jornais impressos competem com as plataformas digitais. Quais são os caminhos para que o jornalismo impresso, especialmente do interior, continue atraente para o leitor?

    Beatriz Dornelles – O jornal ainda é atraente para o público. O problema está na comercialização do mesmo. Há uma fuga dos anunciantes e de assinantes. Sendo assim, as empresas jornalísticas estão procurando uma fórmula para continuarem existindo. Alguns apostam em qualidade de texto, de reportagem, de serviços, de ofertas e tantas outras experiências que estão sendo feitas. Ninguém ainda tem a resposta definitiva para o problema.

    AT – É possível falar num conteúdo específico para o impresso e outro para o digital?

    Beatriz Dornelles – Penso que sim, mas não como um todo. A área de serviço tem que estar presente nas duas mídias. Entretenimento também. Mas cada jornal pode achar o seu filão, pois ele está diretamente ligado à cultura de cada população. Cada um deve apostar em um diferencial, que deve atender o gosto dos leitores.

    AT – A senhora pode fazer uma avaliação sobre o jornal O Alto Taquari?

    Beatriz Dornelles – O Alto Taquari é um excelente jornal do interior. Possui qualidade de informação, está voltado para sua comunidade, demonstra interesse em atender seus leitores, tem bons jornalistas, é arrojado e disposto a melhorar sempre. Sua relação com os anunciantes é sadia, pois não deixa de estar atento a possíveis desvios. Com essas qualidades tem tudo para encontrar um caminho de longevidade, acompanhando as mudanças da sociedade e de seus valores, especialmente da geração mais jovem.

    AT – Nos fale um pouco sobre o seu trabalho e suas publicações.

    Beatriz Dornelles – Sou formada em Jornalismo pela Famecos (PUCRS), com duas especializações latu senso, uma em História e outra em Educação. Fiz mestrado em Jornalismo Científico, na USP (São Paulo), e doutorado em Jornalismo do Interior, também pela USP. Seguindo esta especialização, fiz Pós-doutorado na Universidade Fernando Pessoa, em Porto (Portugal), estudando a transição dos jornais do interior para a plataforma digital, tendo analisado diversos jornais da Europa e praticamente todos os jornais do Rio Grande do Sul. Na minha jornada de estudos, morei e estudei em Washington, nos Estados Unidos; em Trieste, na Itália; no Porto, em Portugal e um curto período na Espanha, em Málaga.

    Sou organizadora e autora de 12 livros. Desde 2002 sou professora titular do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da PUCRS. Tenho dado palestras, oficinas e aulas para Faculdades de Jornalismo de todas as regiões do Brasil. Atualmente, sou responsável pela digitalização, análise e descrição da história do jornal mais antigo em circulação no Rio Grande do Sul – a Gazeta de Alegrete, fundada em 1882, pelo Barão do Ibirocay.

    Trabalhei 30 anos como repórter e editora, tendo passado pelo Correio do Povo, Folha da Tarde, Rádio Guaíba, Zero Hora, Rádio Gaúcha, Correio Braziliense, Última Hora, Diário Catarinense, Correio Paraibano (SP) e Folha de S. Paulo.

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