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    Nenhum caso de dengue é registrado depois da enchente

    O Alto TaquariBy O Alto Taquari2 de fevereiro de 2024Nenhum comentário5 Mins Read
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    Os entulhos remanentes das enchentes de setembro e novembro de 2023, tanto na zona urbana como rural, e chuvas acima da média registradas desde a primavera, trouxeram uma grande incógnita e apreensão quanto ao comportamento do mosquito Aedes aegypti, em Arroio do Meio.

    Até o momento a Secretaria de Saúde, não registrou nenhum caso suspeito de dengue no município. Antes da enchente em 2023, foram registros 11 casos. Em 2022 foram 1.031casos confirmados. E em 2021 e 2020 não foram registrados casos de dengue no município

    Na última sexta-feira, a equipe de agentes epidemiológicos entregou para análise ao laboratório Lacem, a coleta trimestral de larvas feitas em 280 imóveis de diferentes localidades do município. O resultado será divulgado nos próximos dias.

    De acordo com os agentes Rui Horst e Helena Matte, o pós enchente trouxe muita diferença na abordagem e combate, considerando que muitas dos moradores estão proibidos de voltar para seus imóveis por conta do risco de desabamentos.

    Os casos diminuíram consideravelmente em 2022 e 2023, após campanhas de conscientização na rede de ensino e ajuda das agentes comunitárias de saúde. A ideia em 2024 é promover agentes epidemiológicos mirins, no retorno das aulas. “Os meses de fevereiro e março sempre costumam ser os mais críticos. Eliminar o foco do mosquito é dever de todos. Se o mosquito da dengue pode matar, então não vamos deixar ele nascer!”, reforçou Rui Horst.

    DICAS PARA ACABAR COM A DENGUE:

    Os agentes destacam que o ideal é a comunidade não esperar alguém adoecer para olhar o seu quintal. Pois há como eliminar tudo o que possa se tornar um reservatório com água parada. Assim não haverá lugar para o mosquito se reproduzir.

    Segundo eles, em alguns centímetros cúbicos de lâmina de água, há potencial para centenas de larvas se desenvolverem. O ciclo de vida do mosquito Aedes aegypti, do ovo até a fase adulta, leva de 7 a 10 dias. “Se cada um fizer sua parte bastem 10 minutos por semana para combater o Aedes. Se a verificação e eliminação dos criadouros forem realizadas uma vez por semana, poderemos interromper o ciclo. Adote essa ideia e dê um fim na dengue!”,

    – Mantenha os pneus sempre secos e em lugares cobertos.

    – Mantenha poços, filtros, latões e caixas d’água bem tampados.

    – Elimine o prato de vasos de plantas ou use areia para não acumular água.

    – Coloque o lixo em sacos plásticos e mantenha as lixeiras bem fechadas.

    – Lave semanalmente com escova e sabão tanques de armazenamento de água,

    – Lajes e piscinas devem estar sempre limpas

    – Piscinas e fontes sempre tratadas

    – Guarde garrafas sempre de cabeça para baixo.

    – Mantenha as calhas limpas.

    – Tonéis, galões, poços e barris bem vedados

    – Bromélias e outras plantas sem acúmulo de água

    – Bandejas de ar-condicionado limpas e sem água

     – Ralos limpos e com tela

    – Vasos sanitários, sem uso constante, fechados

    – Baldes virados com a boca para baixo fechados

    – Lonas de cobertura bem esticadas para não formar poças

    – Bandejas de geladeira limpas e sem água

    ATENÇÃO AOS SINTOMAS DA DENGUE:

    1. Febre acima de 39° C

    2. Enjoos ou vômitos

    3. Dor de cabeça constante

    4. Dor no fundo dos olhos

    5. Manchas vermelhas na pele, em todo o corpo

    6. Cansaço excessivo sem razão aparente

    7. Dor nas articulações e ossos

    8. Sangramentos pelo nariz, olhos ou gengivas

    RS EXCLUÍDO DA VACIAN DA DENGUE:

    O Rio Grande do Sul foi excluído da lista de estados brasileiros que receberão as primeiras doses da vacina contra a dengue. Essa decisão, anunciada pelo Ministério da Saúde na semana passada e contemplou 16 estados e o Distrito Federal, mas deixou o RS de fora, apesar de um aumento explosivo de 855% nos casos de dengue no estado.

    Os critérios adotados pelo Ministério da Saúde incluem municípios com mais de 100 mil habitantes e alta transmissão de dengue entre 2023 e 2024, com predominância do sorotipo DENV-2. A campanha de vacinação priorizará inicialmente crianças entre 10 e 14 anos, seguindo um esquema de duas doses aplicadas em um intervalo de três meses.

    A limitação na distribuição das vacinas se deve à capacidade restrita de produção do laboratório fabricante. A primeira remessa de 757 mil doses já está no Brasil, e um total de 1,32 milhão de doses compõe este primeiro lote. Uma entrega adicional, prevista para fevereiro, adicionará mais 568 mil doses, totalizando uma previsão anual de 5,2 milhões de doses.

    O Rio Grande do Sul, que registrou 602 casos confirmados nas primeiras três semanas de 2024, enfrenta um contraste significativo com sua ausência na lista de distribuição. A Secretaria Estadual da Saúde (SES) atribui esse aumento às condições climáticas e ao fenômeno El Niño, que favorecem a proliferação do mosquito Aedes aegypti.

    Enquanto a vacina não está disponível no âmbito público para o estado, ela pode ser encontrada na rede privada, em clínicas e farmácias, a preços variados que podem chegar a R$ 300 a dose. O Rio Grande do Sul, juntamente com outros estados não contemplados, aguarda futuras distribuições da vacina, enquanto reforça as medidas de prevenção e controle da dengue. O tratamento é feito com duas doses.

    Foto: Divulgação

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