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    O Alto TaquariBy O Alto Taquari24 de maio de 2024Nenhum comentário4 Mins Read
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    Acabo de voltar de viagem para longe. Saí daqui em 29 de abril último, no dia em que as águas começaram a subir. Aliás, é a segunda vez que isso acontece, quando saio de casa. Também viajei no dia 4 de setembro do ano passado, data do início da grande enchente anterior. Só pra brincar um pouco… se for época de chuvas, no futuro, vou prevenir a Defesa Civil, antes de botar o pé para fora…

    ***

                            Mas não pense você que estar longe deixa a gente indiferente. Ao contrário, é preciso fazer força para desviar o pensamento da catástrofe que acontece na nossa terra. Sem isso,  há  o risco de perdermos tudo e ficar em lugar nenhum. Não  poder estar aqui e não conseguir estar lá.

                            O retorno da viagem estendeu-se além da previsão, por conta da água no aeroporto de Porto Alegre. A partir de Florianópolis, foi preciso voltar pela rodovia. Os transtornos enfrentados, não impediram comover-se  na BR 101, ao passar pelos comboios de caminhões  com suas faixas grandes  dizendo que levavam donativos para o nosso estado.

    ***

                            Tudo o que acontece ajuda a ampliar o entendimento da vida. Por mais que se trabalhe para, não é possível submeter todas coisas ao nosso controle. Vale para catástrofes naturais e vale para outros acontecimentos. E por um lado, cabe conformar-se com isso. Por outro, todavia, há que furar o desânimo. Dar  as mãos e produzir um novo horizonte. E sem  perder tempo com xingamentos. Os xingamentos, aliás,  servem para aliviar a nossa tensão, mas não colaboram em nada para melhorar o ambiente. São um desperdício de energia.

                            Mais tarde, quando as coisas começarem a se acomodar vai chegar outra fase importante. Vai chegar a  hora de pensar qual participação podemos ter na prevenção de novos desastres. Por exemplo, na nossa relação com a produção de lixo, com o desperdício de recursos naturais, com o comprometimento em favor do bem comum. Há muita contribuição a dar nesses três tópicos e desde já todos ficamos chamados.

    ***

                            Tenho ouvido ridicularizar o orgulho dos gaúchos, que não baixam a crista nem no meio de tanta desgraça. Dizem até que estamos sendo castigados para deixar de falar em “nossas façanhas”. Que façanhas? – dizem eles.

                            Este é um jeito de entender a situação e, talvez, uma forma de extravasar o desamparo.

                            Mas prefiro pensar diferente. Acho que especialmente em meio à catástrofe o que nos socorre é a certeza de que não vamos entregar os pontos, de jeito nenhum. Vamos  resistir ao que der e vier. Considero bem mais produtivo elogiar a energia que contorna o desânimo e nos empurra para ajudar. Se é o caso de baixar a crista… então, baixemos a crista depois. Neste momento, viva a teimosia dos gaúchos!

    ***

                            Pela parte que me toca, queria encorajar a ser presença positiva. Tomara que, em vez de gastar força na crítica, nós consigamos reforçar a esperança dos dias melhores que vamos saber construir.

    O Alto Taquari

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