
Recentemente saiu uma pesquisa do IBGE e traz dados que vão afetar diretamente na nossa escola, principalmente. Versa sobre como esse jovem está chegando na escola. E os dados vão desde a números que alarmam para o quanto de jovens já pensaram em mutilar o corpo, outros tantos jovens não gostam de seus corpos. Muitos deles não sabem o que seguir no futuro. Dentre os jovens várias vezes a maioria dos jovens já foi ou conhece alguém próximo que foi abusado. Nesse contexto ainda aparecem jovens com ansiedade e outras doenças psiquiátricas em números elevados. Os números são preocupantes e alguma coisa tem que ser feita.
Essa mesma reportagem aponta como duas soluções factíveis à educação; uma escola mais acolhedora e a família. De fato, uma andando lado a lado fariam a diferença. Uma escola acolhedora seria aquela ou já é aquela que ouve o aluno e o prepara integralmente para o mercado de trabalho e a vida.
A família tem que andar junto à escola, para que o aluno se sinta protegido. Ambas instituições sociais conhecem o filho como ninguém. Nesse sentido ainda quando fala de família, também é comentado a interferência positiva das artes, da cultura na vida dos filhos. Elas são auxiliadoras no processo de aquisição de valores essenciais para superar crises, melhorar a autoestima, crescer como pessoa e como profissional.
O filho e estudante precisa estar com a cabeça ocupada com atividades sadias, e tirar, de uma vez por todas as telas de suas vidas. Pois não há vida, estão vivendo uma vida artificial e essa vida cega, é perigosa e apresenta violências como o cyberbullyng e bullying. A tela não te deixa interagir; ela através de seus algoritmos dita as regras, o que vai ler, o que vai comprar e direciona o seu pensamento.
Precisamos por momentos de vida real, de sentir a vida e vivê-la na sua essência. A escola está acolhedora e quer junto com a família promover a transformação.

