NOSSA CAPA
    DESTAQUES

    No interior, o amor tem raízes

    12 de abril de 2026

    Cruzeiro e União iniciam jogos semifinais pela categoria de Titulares

    11 de abril de 2026

    Serviço prestado pela Corsan é tema de encontro entre Executivo e Legislativo

    10 de abril de 2026
    Facebook Twitter Instagram
    Facebook Twitter Instagram
    O Alto TaquariO Alto Taquari
    ASSINAR
    • LEIA ONLINE (PDF)
    • Início
    • CATEGORIAS
      • Agricultura
      • Comércio
      • Cultura
      • Economia
      • Educação
      • Geral
      • Política
      • Polícia
      • Política
      • Saúde
      • Tecnologia
      • Trânsito
      • Transporte
      • Turismo
    • Cotidiano
    • Colunas
      • Isoldi Bruxel – Apartes
      • Alexandre Garcia
      • Resenha do Solano
      • Ivete Kist – Carta Branca
      • Alício Assunção – Mais Turismo
      • Gilberto Jasper – Em Outras Palavras
    • Esportes
      1. Bocha
      2. Copa Pituca
      3. Escolinhas
      4. Futebol
      5. Futebol Amador
      6. Futsal
      7. Gauchão
      8. Motocross
      9. Outros esportes
      Featured

      Cruzeiro e União iniciam jogos semifinais pela categoria de Titulares

      11 de abril de 2026
      Recent

      Cruzeiro e União iniciam jogos semifinais pela categoria de Titulares

      11 de abril de 2026

      Picada Flor reinaugura sua sede

      7 de março de 2026

      Intercamping conhece campeões neste sábado

      6 de março de 2026
    • ESPECIAIS/CADERNOS
      • 50 anos da AMAM
      • Arroio do Meio – 85 Anos
      • Eleições 2022
      • Escola São Caetano – 110 anos
      • Agrovale
    O Alto TaquariO Alto Taquari
    You are at:Início » Viver só, solidão e isolamento
    Comportamento

    Viver só, solidão e isolamento

    adminBy admin18 de maio de 2012Nenhum comentário5 Mins Read
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
    Compartilhar
    Facebook Twitter Pinterest WhatsApp Email

    A gente nasce e morre só. E talvez por isso mesmo é que se precisa tanto de viver acompanhado – Rachel de Queiroz

    Desde os primórdios da civilização humana, a convivência grupal sempre existiu, nas diferentes culturas e épocas as relações grupais sempre tiveram um porquê. Atualmente, de acordo com a psicóloga Valquiria Breyer Lopes, vivemos em uma sociedade com algumas peculiaridades, entre elas, a ideia de viver sozinho, um modo de vida que era compartilhado na maioria das vezes por pessoas idosas ou viúvos (as), que eram rotulados como pessoas solitárias e/ou abandonadas. “Viver só, passou a ser uma opção de vida, é possível viver só e estar de bem com a vida, estar feliz, embora para muitos viver só remeta à ideia de solidão e isolamento, o que não é verdadeiro. Viver só é a possibilidade de ter o seu espaço, ter a sua independência, poder ter a sua rotina, a sua organização sem precisar dar satisfação a ninguém”, pontua ela.

    Pensando nisso é preciso diferenciar alguns pontos importantes para podermos falar sobre solidão. “Viver só é uma opção de vida, solidão é um sentimento, e isolamento é um comportamento que às vezes se faz necessário, momento de introspecção, momento de avaliar a vida afetiva, profissional, pessoal, porém, como tudo que é exagerado, o isolamento também em demasia pode ser o sintoma de várias doenças como depressão, fobia, síndrome do pânico ou até mesmo estresse”, adverte a profissional.

    De acordo com ela, a solidão hoje sentida por pessoas de todas as idades é um sentimento que cada vez mais vem sendo manifestado: “Trabalhamos e convivemos com muitas pessoas, temos amigos, conhecidos e família, mas assim mesmo a solidão emerge das entranhas do ser. Sabemos que a solidão pode ser um sentimento momentâneo, transitório, decorrente de algum fato que a pessoa tenha vivenciado como perda de um familiar, rompimento de uma relação, demissão no trabalho, mudança de cidade, porém, quando a solidão se transforma numa amarra difícil de ser desatada ela deixa de ser algo de momento e deve ser vista já como um quadro mais grave. Independente do grau da solidão que a pessoa sente, é importante buscar um acompanhamento psicológico. É no espaço terapêutico que a pessoa poderá verbalizar seus sentimentos e suas angústias e ter ali alguém para escutá-la sem ter a pretensão de fazer qualquer julgamento, mas, sim, pontuar e questionar as questões trazidas.”

    Consequências da solidão

    De autor desconhecido a frase “A solidão é uma arma que mata mesmo não tendo ninguém para dispará-la” é usada pela psicóloga para tratar sobre a solidão. Segundo Valquiria, o disparo desta arma é invisível aos nossos olhos, e é um disparo lento e silencioso, inicialmente sutil, quase que imperceptível, mas à medida que o tempo passa a sensação é que não há mais como travar o gatilho desta arma. A solidão consome, destrói, silencia, levando, sim, a pessoa a um movimento de isolamento, de afastamento social, vivendo num mundo às vezes completamente alheio ao mundo real na qual está inserida.

    Na sequência do tema, a psicóloga questiona: A solidão é decorrente da depressão ou a depressão é decorrente da solidão? Como resposta, afirma que a solidão é um sentimento, a depressão é um conjunto de sintomas que caracterizam a doença como tal, mas com certeza a solidão, o isolamento e a depressão acabam se fundindo num quadro que às vezes se pergunta onde tudo começou. A solidão dificilmente será vivida isoladamente, junto dela outros sintomas podem ser manifestados, mas talvez nem sempre de forma tão evidente, ou ainda nem sempre é dada a devida importância aos demais sintomas: “Solidão nos remete à sensação de vazio. E que fazem as pessoas quando se sentem vazias? Algumas comem, fumam ou bebem compulsivamente, outras saem às compras compulsivamente, ou seja, a necessidade de fazer algo que lhes proporcione a sensação de serem preenchidas, mas o efeito deste preenchimento é momentâneo, e logo depois o vazio se instala novamente e junto mais uma vez a dor, o sofrimento de sentir-se só mais uma vez.”

    Uma ajuda importante

    Para Valquiria, muito mais que tentar preencher esse vazio com ações que provoquem um alívio momentâneo é importante o acompanhamento terapêutico, mesmo que há quem diga que “é possível sair sozinho dessa”, o tempo que isso demanda é muito mais longo quando não existe esse amparo. Ela explica que não está dizendo que o processo terapêutico dará conta num curto espaço de tempo, mas estará ali alguém para dar suporte nesse momento tão difícil, uma vez que o processo terapêutico é a possibilidade de ter o acompanhamento de uma equipe multidisciplinar que enxergue um sujeito em sofrimento e cada um dentro da sua especificidade colaborando no processo de resgate da saúde psíquica da pessoa: “Resgatar a saúde psíquica não significa somente deixar de sentir a solidão ou deixar do seu isolamento, mas, sim, resgatar a autoestima, a autoconfiança, é travar o disparo da arma silenciosa e invisível, impedindo que a mesma destrua a pessoa de forma sutil e silenciosa”, conclui.

    Arroio do Meio
    admin
    • Website

    Postagens Relacionadas

    João Batista Gasparotto: prefeito em dois municípios chegou aos 90

    27 de julho de 2025

    Educação inovadora, talentos em movimento

    11 de julho de 2025

    HOP! Turismo, nova marca promete contribuir com o mercado turístico de Arroio do Meio

    5 de julho de 2025

    Sala das Margaridas de Arroio do Meio atende vítimas de “gaslighting”

    2 de fevereiro de 2023
    Não perca

    No interior, o amor tem raízes

    12 de abril de 2026

    Aos 80 anos, dona Terezinha Bianchini Daltoé, moradora da localidade de São Domingos, Capitão, não…

    Cruzeiro e União iniciam jogos semifinais pela categoria de Titulares

    11 de abril de 2026

    Serviço prestado pela Corsan é tema de encontro entre Executivo e Legislativo

    10 de abril de 2026

    Evento destaca tradição alemã com dança e integração entre jovens

    10 de abril de 2026
    Manter contato
    • Facebook
    • Instagram
    Nossas Escolhas

    No interior, o amor tem raízes

    12 de abril de 2026

    Cruzeiro e União iniciam jogos semifinais pela categoria de Titulares

    11 de abril de 2026

    Serviço prestado pela Corsan é tema de encontro entre Executivo e Legislativo

    10 de abril de 2026

    FAÇA SUA ASSINATURA

    Faça sua assinatura e receba semanalmente o seu Jornal O Alto Taquari no conforto de sua casa ou empresa.

    Sobre nós
    Sobre nós

    Fundado em 1967, o jornal O Alto Taquari, desde o princípio, teve um enfoque comunitário, dando espaço e repercussão para iniciativas e fatos do cotidiano dos municípios de atuação.

    Desde os anos 80, o periódico está sob a coordenação e direção de Isoldi Bruxel. Neste período, o jornal acompanhou as mudanças que ocorrem em âmbito regional, nacional e até mesmo mundial, principalmente em termos de tecnologia e empreendedorismo, que influenciaram as relações e ambientes sociais, econômicos e culturais.

    Nossas Escolhas

    No interior, o amor tem raízes

    12 de abril de 2026

    Cruzeiro e União iniciam jogos semifinais pela categoria de Titulares

    11 de abril de 2026

    Serviço prestado pela Corsan é tema de encontro entre Executivo e Legislativo

    10 de abril de 2026

    Evento destaca tradição alemã com dança e integração entre jovens

    10 de abril de 2026
    INFORMAÇÕES GERAIS

    Pérola Editora Jornalística Ltda.
    Diretora/editora: Isoldi Bruxel
    Impressão: Gráfica UMA
    Periodicidade: semanário com circulação às sextas-feiras
    Área de abrangência: Arroio do Meio, Capitão, Travesseiro, Pouso Novo e Marques de Souza

    Rua Dr. João Carlos Machado, 775, 2º piso
    Caixa Postal 67 – Arroio do Meio – RS
    CEP 95940-000
    Telefone: 51 3716 1291
    E-mail: jornal@oaltotaquari.com.br

    O Alto Taquari
    Facebook Instagram WhatsApp
    © 2026 Todos os Direitos Reservados ao Jornal O Alto Taquari. Por Drops Criativa.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.