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    Camas separadas, beijo sem amor?

    adminBy admin23 de junho de 2017Nenhum comentário3 Mins Read
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    A Revista Época, que nessa semana entrevistou Joesley Batista, denunciando o presidente Temer como chefe de quadrilha, há um tempo atrás, concentrada em temas amenos, repercutiu as declarações do britânico Neil Stanley, da Universidade de Surey, que garantia: casal que divide a cama, vive no desconforto. Concordo em parte, dormir de conchinha é cansativo. Em minutos a concha se desfaz com dores no corpo todo. Stanley acrescenta: os casais que dividem a mesma cama sofrem, em média, 50% mais perturbações do que os “solteiros”.

    É a disputa pelo cobertor, dos lençóis e dos roncos, do casal que é muito agitado, que balbucia palavras desconexas (algumas vezes perigosamente conexas!). Tudo isso atrapalha o sono. Uma noite mal dormida é sinônimo de irritação, cansaço e, conforme destacou a matéria, problemas graves como depressão, doenças cardíacas, derrames, distúrbios respiratórios e até acidentes de trânsito e no trabalho.

    É claro que o pesquisador inglês dorme separado de sua mulher e, nem por isso, deixa de amá-la, garante. Acrescenta que o costume de dormir na mesma cama surgiu com a revolução industrial e a urbanização da população. Muito mais pela necessidade de aproveitar o espaço, pequeno e caro, do que por romantismo e sugere voltarmos aos costumes da Roma antiga, onde o casal tinha uma cama que servia exclusivamente para o sexo. Na hora de dormir, cada um para o seu canto. Dependendo do casal, seria mais um objeto decorativo.

    Durmo muito bem acompanhado ou sozinho. Uma boa cama, travesseiros corretos e lençóis sempre limpinhos e de boa qualidade, compensam os momentos ruins citados pelo observador bretão. Quem nunca acordou insone e viu que sua companhia também estava agitada? E de repente ficaram ali, simplesmente conversando, trocando ideias até o sono voltar? Muitas vezes, a conversa se encaminha para algo mais carinhoso e tudo fica ainda melhor. Dormir em camas separadas não permite essa intimidade, essa solidária parceria.

    Conheci um casal que dormia, inclusive, em quartos separados. Ele roncava muito, reclamava ela. Viveram anos assim até o dia em que decidiram viver em apartamentos distintos. Ele no centro da cidade. Ela em um bairro próximo. Um exagero que acabou mal (ou bem, sei lá). No primeiro inverno, ela encontrou um vizinho, que não roncava, para dividir a cama. Simultaneamente, o marido conseguiu outra parceira que não se importava com esses detalhes. O pior era deitar-se só, justificou.

    Em outras palavras, salvo problemas realmente patológicos, o bom mesmo é um casal juntinho. Na rua, na chuva, na fazenda, como cantava a música, mas principalmente no leito onde aprendemos a nos conhecer melhor, a desnudar toda a intimidade e dormir certos de que alguém nos quer próximos, mesmo com disputas de um cobertor que nunca é o ideal, às vezes está curto, às vezes aquece demais um lado e gela o outro. Nada que não se resolve, na maioria das vezes, na própria cama.

    Claro, se for um cara como Joesley, o recomendável é dormir em camas ou quartos separados. Nunca se sabe como se abateria uma operação carne fraca nos momentos mais íntimos.

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