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    Cotidiano

    Bom pro coração

    adminBy admin26 de junho de 2020Nenhum comentário3 Mins Read
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    Ouço com frequência a expressão: “parece que tu não tiveste infância!” É resultado da mania de fazer imitações e piadas. Encaro com bom humor. Afinal, se tive uma fase feliz na minha vida, foi justamente o tempo de criança. Nasci com 5,2 quilos, de parto normal (sim!) e em casa, pelas mãos de uma parteira, no bairro Bela Vista. Querem prova maior da garra da dona Gerti, uma baixinha que perdeu os pais, o marido aos 52 anos e um filho antes dos 40, além de encarar o câncer?

    Naquela época o inverno era a estação dos cítricos – laranja, bergamota e lima – muitas vezes “emprestados” (roubar é feio!) dos vizinhos, embora nosso terreno estivesse repleto de árvores frutíferas de diversas variedades. O importante era se divertir.

    Meu pai plantava de tudo. Morreu um ano antes da aposentadoria, minuciosamente programa para dedicar-se à terra. Ao nos deixar, ele já mantinha uma granja de suínos com o grande amigo, agrônomo e ex-prefeito, Paulo Steiner. Os sonhos eram ainda mais audaciosos. Previam dedicação a outras culturas, inclusive criação de animais exóticos.

    Os animais eram uma paixão dos meus pais. Lembro de termos gatos, cachorros, passarinhos (inclusive papagaio) e até um lagarto domesticado que fez morada sob uma pilha de lenha nos fundos de casa. Depois do almoço minha mãe tratava os pintos e galinhas. Depois, colocava meia dúzia de ovos no chão.

    Nascer e viver na colônia foi um grande aprendizado.
    Produzíamos tudo que era consumido ou fazíamos trocas

    Eu e minha irmã ficávamos “fresteando” através da janela. Quando o movimento cessava, o lagarto rapidamente abocanhava os ovos e voltava para seu refúgio. Cobras eram comuns por causa da vegetação abundante em entorno da casa. Num final de tarde de verão, quando meus pais tomavam chimarrão, uma jararaca aproximou-se e quase tocou a chaleira (garrafas térmicas era raras). Calmamente meu pai buscou uma enxada para golpear de forma certeira o réptil bem na cabeça! A peçonhenta foi guardada numa garrafa com álcool que despertava a atenção – e o pavor – da gurizada que vinha lá em casa…

    O verão também era época de uva. Depois das pancadas de chuva, caminhávamos sob o parreiral para sacudir os postes de sustentação, provocando uma chuva artificial com o perfume dos frutos maduros. Tínhamos, ainda, dois pés de butiá de onde pendiam cachos carregados da frutinha amarela, que distribuíamos aos vizinhos que, em troca, nos davam outras frutas, verduras e legumes.

    É uma amostra da infância no interior de um pequeno município. Nascer e viver na colônia foram um aprendizado. Com exceção do feijão e arroz, produzíamos tudo o que era consumido ou fazíamos trocas com vizinhos. Era um tipo de “escambo da amizade”. Em tempos de tragédia, recordar faz bem ao coração!

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