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    DJIBUTI

    O Alto TaquariBy O Alto Taquari19 de julho de 2024Nenhum comentário5 Mins Read
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    Conhecer o que ainda não conhecemos, pensar o que ainda não tivemos chance de pensar, é um dos jeitos de enriquecer a vida. É  um tipo de aventura. Tanto melhor,  que dá para fazer isso até o final dos nossos dias e  sem necessidade  de viajar para longe.

                            Foi isso que me aconteceu recentemente.

                            Simplesmente, fui ao cinema para assistir a um filme africano. Pra começar, filme africano é coisa rara. Acho até que nunca tinha visto algum. Um ponto para a novidade, portanto. O filme se passava em Djibuti. Bah! Eu jamais ouvira essa palavra. Nem de longe imaginava que fosse nome de país do nordeste da África e igualmente o nome da capital desse pais. Mais pontos para a novidade.

                            O título do filme: “A mulher do coveiro”, não parecia muito animador, mas, bom, o filme era uma Coprodução de Finlândia, Alemanha, França, Somália e Catar, e tinha  sido indicado pela Somália  para receber  o Oscar de melhor filme estrangeiro, em Hollywood. Tinha   concorrido também no Festival de Cannes, em 2021.  Alguma  coisa teria de ter ali – pensei com meus botões…

                            E tinha.

                            “A mulher do coveiro” é um filme dolorosamente lindo. A história se passa numa aldeia miserável do Djibuti, próxima à capital. No meio da maior penúria, consegue mostrar  a força do amor. Não apenas entre o casal Guled e Nasra, mas entre os amigos próximos.

                            Guled é coveiro. Ganha algum dinheiro, quando consegue encontrar trabalho. Para isso, ele e mais três companheiros fazem plantão perto do hospital. Em Djibuti, os mortos são disputados pelos coveiros. Os coveiros correspondem ao serviço funerário. A esposa de Guled, Nasra, tem uma doença grave e necessita de cirurgia, mas pagar como? A duras penas, há dinheiro para a comida no barraco precário em que habitam. Guleg e o filho dos seus dez anos tentam todos os biscates imagináveis e vão juntando moeda por moeda. Só que a quantia é ridiculamente pequena em relação ao montante necessário. Guled resolve engolir o orgulho e tenta obter  uma parte da uma herança que está pendente. A tentativa dá errado.

                            Por estranho que pareça, no meio de todo esse sofrimento, existe alegria de viver, existe delicadeza e carinho, brotam atitudes generosas. O  final do filme sugere que a esperança é a última coisa que deve morrer neste mundo.

                            Como curiosidade, cabe confessar que na saída do cinema me veio à cabeça uma marchinha de carnaval muito popular há anos: “Você pensa que cachaça  é água”. A certa altura a canção diz  assim:

                            Pode me faltar tudo na vida, amor, feijão e pão,

                            Só não quero que me falta a danada da cachaça.

                            Naturalmente essas palavras eram uma brincadeira adequada aos  exageros dos carnavais antigos. Mas, é provável que a letra da canção tenha vindo à memória, porque saí do cinema convencida de que podem faltar muitas coisas nesta vida. Mas não a esperança.

                            Melhor se a marcha carnavalesca terminasse dizendo: Só não quero que me falte a danada da esperança.

    Por Ivete Kist

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