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    Quebra-Molas

    O Alto TaquariBy O Alto Taquari25 de outubro de 2024Nenhum comentário3 Mins Read
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    Os quebra-molas são presença habitual nos caminhos que nós frequentamos. Tão comuns ficaram, que ninguém mais parece se importar muito. O pessoal  virou craque, isto sim, em manobrar o carro na diagonal e vencer o obstáculo em marcha lenta, já sabendo até o exato instante de voltar a pisar fundo para compensar “o tempo perdido”.

    Assim, poucos metros depois de ter vencido o obstáculo, todo mundo já acelerou  de novo. Como se a baixa velocidade servisse apenas para evitar de fato quebrar as molas do carro. Como  se não tivesse uma razão importante para estar ali. Por  exemplo, a proximidade de uma escola, o fluxo grande de pedestres, etc.

    Não sei você, mas eu fico admirada de ver como é fácil nos contentarmos com uma meia-sola em vez de buscar a solução inteira.

    Se quiséssemos uma solução mais consistente, adotaríamos outras estratégias. Em vez do quebra-molas, colocaríamos uma placa indicando a velocidade permitida pelos próximos X metros ou X quilômetros, juntamente com a justificativa para tal (proximidade de escola, cruzamento movimentado, etc.)             

    Haveria também fiscalização, claro, até o povo se acostumar com o fato de a indicação de baixar velocidade estar sendo feita a sério. Quem fosse pego andando acima da velocidade permitida pagaria multa pesada.

    Você vai dizer que seria caro botar um fiscal junto de cada quebra-molas e tem razão.  Mas acontece que o fiscal só seria necessário por tempo limitado e não necessariamente em todos os quebra-molas. Assim que se espalhasse a notícia de que o limite de velocidade  vale mesmo ou depois de comprovar que a multa vem no duro, a fiscalização poderia se tornar muito esporádica.

    Outra coisa, quanto caro é para uma país o hábito de desrespeitar regras?

    O melhor de tudo é que,  com o tempo, os carros passariam a baixar a velocidade em função do motivo real, ou seja, aquele que requer a menor velocidade, e não por receio de um estrago ao passar correndo sobre o cocuruto plantado ali na rua.

    Mal comparando, é parecido com ensinar às crianças a juntar os brinquedos espalhados pela casa pela razão verdadeira, em vez de dizer que é por que o papai-noel não vai trazer presente.

    Fico perguntando se os quebra-molas mostram que nos damos bem com ir levando a vida aos trancos e barrancos; se mostram que não acreditamos que as pessoas  saibam ler e entender aquilo que estão lendo ou se mostram o quê?

    O Alto Taquari

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