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    Crise no setor leiteiro: para produtor Eliseu Alves deveria ter preço mínimo

    O Alto TaquariBy O Alto Taquari1 de março de 2026Nenhum comentário3 Mins Read
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    Para apoiar a pecuária de leite, governo deveria implantar preço mínimo para o produto, em tempos de baixa, para garantir custos de produção e proteger produtores
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    A importação de leite em pó, principalmente de países do Mercosul (Argentina e Uruguai) ao longo de 2025, é apenas uma das causas da crise do setor leiteiro nacional que acaba prejudicado, impactando
    na competitividade, do produto nacional. Os produtores enfrentam além do preço baixo pago pelo litro de leite, o aumento dos custos de produção que são decorrentes da necessidade de investimentos permanentes, mão de obra, custeio e mais recentemente também o clima. O verão deste ano registrou altas temperaturas. Em dias de calor mais extremos, uma vaca pode render até três litros a menos. Nesta circunstância, em uma propriedade com 50 vacas em lactação, poderia chegar a ter 150 litros a menos por dia, o que numa média mensal pode criar redução considerável no ganho, segundo relata um produtor.
    O produtor Eliseu Alves, de Arroio Grande, que produz em média 800 a 900 litros diários, recebe pelo litro entregue à Languiru, que repassa para a Lactalis, R$ 1,82. Segundo ele, este valor deveria estar bem acima, pelo menos na faixa de R$ 2,50 para uma margem melhor. Há cerca de dois anos, o valor já era de R$ 3,50.
    Alves trabalha com um plantel de 50 vacas e no momento tem 35 em lactação. Ele diz que não desiste da atividade porque gosta de trabalhar ainda que seja 365 dias por ano. No caso dele, para alcançar um rendimento, costuma ser muito preciso nos cálculos, economizando onde dá, usando sua própria mão de obra, sem depender de terceiros, o que gera uma economia. Ele lembra que embora a produtividade tenha aumentado muito entre os produtores que ainda estão no mercado – no Vale do Arroio Grande são em torno de 10, número que não se pode comparar ao de anos atrás -, os custos de produção aumentaram de forma significativa. Ele explica que as normativas vigentes exigem rigoroso controle sanitário e manejo, e tudo isto tem um custo. “Este ano tivemos um calor forte. Muitas propriedades podem, por exemplo, investir em ventiladores e refrigeração para oferecer conforto às vacas em lactação, para que não diminua a produção. Mas cada ventilador custa em torno de R$ 5 a R$ 6 mil. Na nossa propriedade, compensamos esta necessidade de conforto para o animal com sombra natural, evitando investimento extra.
    Em relação ao aumento de exigências sanitárias, que são necessárias, deveria ter uma contrapartida por parte do governo como é em países da Europa e Estados Unidos, com a criação de uma política de preços mínimos. Mas eu pergunto: se o governo faz as exigências, porque não garante um preço mínimo, como ocorre em muitos outros países. O governo federal define preços mínimos para produtos como o milho, soja, arroz, trigo, algodão, café… Por qual razão não tem para o leite, uma atividade tão importante. Também se pode questionar entidades como sindicatos e outras ligadas ao setor pela falta de uma postura mais crítica em favor dos produtores, justamente para garantir um preço mais justo e/ou mínimo, como ocorre na Comunidade Europeia, onde se paga subsídios ao produtor. Lá, se os preços não agradam, os produtores fazem protestos fortes, mas aqui se aceita de forma muito pacífica e as entidades que deveriam se posicionar de forma incisiva na defesa do produto nacional, não o fazem”, contextualiza Eliseu Alves, de Arroio Grande.

    Eliseu Alves é pecuarista de leite em Arroio Grande, com um plantel de 50 vacas, das quais, 35 em lactação
    O Alto Taquari

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