
Por que ter a mania de julgar se nem ao menos conversamos com essa pessoa? Passamos pela oportunidade de nem ao menos saber o que está passando aquela pessoa, de suas reais necessidades e as contribuições que a pessoa poderia dar para nós. Vamos experimentar isso? Conversar primeiro, dar oportunidade?
Um exemplo que me ocorreu agora; foi que a inteligência acadêmica pouco tem a ver com a vida emocional. As pessoas mais brilhantes podem ser péssimos pilotos de sua vida pessoal e de suas contas.
Quantas vezes aconteceu para você de olhar para alguém e dizer para si’ eu não gosto dessa pessoa’. Mas é de se questionar e temos que nos questionar mesmo: ‘com que direito tenho de fazer isso? ‘Será que não está acontecendo alguma coisa de mais grave?’ Evitemos olhar para o outro e sair interpretando. Aproxime-se, dialogue, intensifique a vida e seu lado social, pois precisamos de mais empatia, contato e vida. Estamos exacerbados de telas frias; que estão nos levando para a depressão, ao isolamento, a frieza das relações, a ansiedade.
Enquanto escrevo fico pensando em mim. Vocês acham que não é mais fácil julgar do que parar para conhecer melhor a pessoa? É algo intrínseco criticar, julgar. Mas é tão mais saudável ver sob outra ótica e prisma as pessoas ao nosso redor. É sobre amar.
Quer ver mais um exemplo de julgamento errôneo. Julgar pelas aparências ou fofocar sem ter fatos concretos. Vi há pouco tempo fofocas sobre ditas traições. Você está julgando e tem provas? E quando você julga a pessoa pela aparência…. sabe o que se passa e isso desmerece alguém? Tira a competência por ser magro ou gordo demais? Reflexões importantes.
A forma como as pessoas se expressam emocionalmente- e o julgamento entra nesse quesito- constitui-se numa competência social muito importante. Te convido a viver mais e amar mais do que julgar.

