Catei alguns ditos populares, que circulam por diferentes partes do mundo. Eles foram criados por pessoas comuns. Não tem filósofo nenhum metido nisso, só sabedoria da vida. Tomara que você goste.
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Se não tens tempo para fazer uma coisa bem feita, como acharás tempo para consertar o mal feito?
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Um mar calmo nunca fez um bom navegador.
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Existem ossos sem carne, mas não, carne sem ossos.
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Nunca vender o almoço para comprar o jantar.
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Matar um leão por dia é fácil, o difícil é desviar das antas.
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Se ferradura desse sorte, o burro não puxava carroça.
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Às vezes é melhor ficar quieto e deixar que os outros pensem que você é um bobalhão do que abrir a boca e não deixar nenhuma dúvida a respeito.
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As nuvens são como os chefes: quando desaparecem, o dia fica lindo.
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Se o trabalho dá saúde, que trabalhem os doentes.
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Quando o sábio aponta o céu, o ignorante olha o dedo.
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Se você esparrama espinhos, não ande descalço.
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O tempo cura qualquer coisa, mas perder tempo com qualquer coisa não tem cura.
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De nada adianta correr, se estamos na estrada errada.
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Duas coisas indicam fraqueza: calar-se quando é preciso falar e falar quando é preciso calar-se.
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A primeira vez que me enganares, a culpa será tua; a segunda vez que me enganares, a culpa será minha.
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De qual filho a senhora gosta mais: “– do pequeno, até que cresça; do ausente, até que volte; do doente, até que sare”.
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Bondade dada em balde é devolvida em barril.
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A alegria e a dor não vêm por si: elas respondem ao chamado das pessoas.

