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    Feijão com arroz ou…

    O Alto TaquariBy O Alto Taquari12 de julho de 2024Nenhum comentário3 Mins Read
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    Inicio aqui, caros leitores do AT, crônicas sobre a vida a dois e suas idiossincrasias. Eu sei, o momento é tenso, a inundação destruiu nossas cidades, mas a sensibilidade e capacidade de reescrever nossas histórias, não afogou-se nas cheias. Bom humor, uma “filosofada” despretensiosa também ajudam na retomada. Então, aí vai a primeira com uma personagem feminina que, ao atender o celular, ouviu uma voz que já rondara seus ouvidos sensíveis.

    Inacreditável – era ele! Aquele flerte que no passado não convenceu e nem permitiu nenhuma conclusão do tipo, bom ou ruim agora, no mesmo tom sedutor, convidava-a para um café. O chão tremeu a seus pés, os olhos enxergaram mil possibilidades, mas como tudo na vida, a razão fulminou-lhe a fantasia. Homens! No momento mais carente de sua vida, ele sequer dera retorno às suas ligações. Agora estava casada, ou quase isso: vivia um gostoso “feijão com arroz”, dizia. E ele a sugerir “café com sonhos”. Pé no chão, guria! Com esforço, voltou ao trabalho.

    Nestas horas gostaria de ser dona do pragmatismo masculino, que separa sexo e amor com muita facilidade e não enfrenta tantas culpas. Conhecia o perfil meio cafajeste deste que lhe voltava a assediar. “Ele sabe que estou em uma relação legal. Ou seja, sem carências. Mas também está consciente de que me atraía muito. Aquela coisa química. Daí… Mas não cederei!”. E foi assim, boa menina, que voltou para casa. À noite, ajeitou-se carinhosamente nos braços de seu amado. A tentação do ocorrido horas antes, misturou-se ao afeto seguro que lhe envolvia e dormiu serena.

    Pela manhã, a dúvida. Mais do que isso, a curiosidade voltou a lhe tirar a paz. “Só bater um papo não arranca pedaços”, justificava-se. Qual é o mal de ser, ou melhor sentir-se desejada? Iria simplesmente “conferir” como fazem seus colegas casados, quando as mulheres os assediam. Almoçou com uma amiga divorciada que, ao contrário do esperado lhe deu o conselho definitivo: “A angústia da culpa, é muito maior do que o prazer da relação às escondidas”. E lhe sugeriu usar “a razão e o afeto” contra a euforia, o arrepio do furtivo e proibido. E exagerou: trairia hoje, repetiria amanhã, como um vício.

    Impressionada, reconheceu que poderia se classificar como uma mulher feliz, bem sucedida na relação que vive. Pouca coisa lhe alteraria o curso. “Chega da confusão”, sentenciou. Não é isso que todos, homens ou mulheres buscam? Uma história de cumplicidade e respeito? Sentir-se desejada é um bálsamo para o ego. Faz bem para qualquer um. Mas levar um flerte a sério é permitir o risco de tudo ir água abaixo. Não vale a pena, concordou, meio a contragosto, consigo mesma.

    Uma boa relação pode se fortalecer com essas pequenas renúncias. Café com sonhos, melhor reservar aqueles feitos carinhosamente em Santo Antônio da Patrulha, os outros, tendem a se tornar indigestos se degustados às pressas, entre culpas e medos.

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