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    Divas do Vale: um projeto que vai além de imagens fotográficas e resgata autoestima com poder de transformação

    O Alto TaquariBy O Alto Taquari8 de março de 2026Nenhum comentário4 Mins Read
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    Vanessa Knecht e o marido Jardel Junges unem no espaço clínico fotografia e acolhimento para mulheres com 40 anos ou mais
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    O casal Jardel Junges e Vanessa Knecht unem há cerca de um ano e meio, fotografia, imagem e autoconhecimento, para o resgate da identidade pessoal de mulheres com 40 anos ou mais, no projeto denominado Divas do Vale. O diferencial deste projeto inovador é oferecer em primeiro lugar, acolhimento e escuta para mulheres.
    O psicanalista Jardel Junges explica que em diferentes fases de vida, as mulheres passam por muitos desafios. “Além do trabalho, elas têm que cuidar da casa, marido, netos e na maioria das vezes se esquecem de si mesmas. No nosso espaço, (Studio Clínico) muito além da fotografia, para mostrar a beleza da mulher, promover a autoestima, procuramos em primeiro lugar oferecer acolhimento e escuta.” Para Jardel é muito comum que muitas mulheres se sintam inseguras ou tenham medo de serem julgadas, quando se propõe a fazer algo diferente, cuidando mais de si mesmas. Muitas acham que não são merecedoras de maior atenção, carinho e empoderamento. Ele relata que o projeto Divas do Vale, iniciado há mais de 12 anos pela esposa, fotógrafa Vanessa, pelo qual já passaram mais de 800 mulheres, começou em Arroio do Meio. “No novo formato, começamos por Estrela, passamos por Bom Retiro do Sul e terá um evento no próximo dia 10 de março no Rules Gastrobar, em Lajeado. É um movimento muito gratificante porque é um processo transformador. Além de mostrar para a sociedade a beleza e força da mulher depois dos 40 anos ou mais, ajudamos muitas mulheres a encontrar novos caminhos, sinalizar que elas podem muito mais, que são capazes de grandes transformações a partir de pequenos cuidados.”

    Superar as crenças limitantes

    Como psicanalista, observo que o que atrapalha muitas pessoas na vida pessoal, nos relacionamentos e no campo profissional são as crenças limitantes que se manifestam através do medo de julgamento e insegurança. “No caso do público com que trabalhamos, que são mulheres com 40, 50 anos ou mais percebemos que as crenças limitantes estão muito presentes e por isto a simples escuta, desabafo, operam grandes transformações. As mulheres, na sua grande maioria muitas vezes querem apenas que alguém as escute. Quando neste processo, se percebe que é preciso ter um acompanhamento maior, por mais tempo o fazemos ou encaminhamos para um profissional da área mais específica. Neste acolhimento já tivemos o caso de uma mulher que dizia ‘gostar do seu câncer’ porque era um momento que recebia maior atenção, cuidado, carinho. Isto é muito forte.” Para o psicanalista é fundamental a mulher se conhecer melhor para se reconectar com a vida, seguir uma caminhada diferente, abrir janelas de luz…
    Jardel destaca que as crenças limitantes estão presentes não só nas mulheres e surgem principalmente na infância até os 10 anos de idade.” O que vivenciamos desde a concepção, o que ouvimos e enxergamos no ambiente familiar, por parte de pai e mãe, no futuro pode virar um gatilho mental. Um exemplo simples: se durante a discussão dos pais um copo caiu, mais tarde, ao cair um copo, esta cena pode voltar e causar uma emoção.” Crescer numa família de pai violento, alcoólatra, ou outro problema pode fazer com que este padrão seja repetido no relacionamento futuro, casando por exemplo, com um homem violento, ou alcoólatra.”

    MENOS INFLUÊNCIA EXTERNA, MAIOR OLHAR PARA SI MESMO – Questionado sobre a onda de violência e feminicídios que cresceram no RS neste início de 2026, Junges acredita que a dinâmica da violência que acaba em casos mais extremos, acontece muitas vezes porque a mulher não acredita que pode mudar e se libertar, através de um olhar mais profundo para si mesma. “No caso da violência masculina, penso que os homens ainda não entenderam 100 % o seu papel na sociedade. O papel do homem é proteger e respeitar a mulher.”
    Para Jardel, no dia a dia dos ciclos de violência doméstica e indiferença temos que nos perguntar em que fontes de energia, de informação nos alimentamos. Com que pessoas nos relacionamos? Que programas olhamos? Reservamos um tempo para meditar pela manhã? Às vezes as pessoas se abastecem em fontes que não transmitem amor e acredito que na própria base curricular das escolas poderia se intensificar o desenvolvimento humano.

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