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    A fadiga dos metais

    adminBy admin18 de maio de 2012Nenhum comentário4 Mins Read
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    A palavra “Fadiga” vem do latim “fatigare”, que significa cansaço.

    Passou a ser usada com frequência no século XIX (1840, em diante), em especial depois do acidente que vitimou um trem, nas proximidades de Versailles, a 23 km de Paris.

    Nessa tragédia morreram 60 pessoas, o que mobilizou grandes nomes ligados à segurança – em plena época do aumento do uso do aço em estruturas – liderada pelas pontes em sistemas ferroviários.

    WJM Rankine, engenheiro ferroviário britânico, foi um dos que investigaram as causas do acidente e, ao proclamar suas conclusões, determinou o uso de uma expressão que passou à História.

    Rankine reconheceu encontrar “Fadiga” em alguns equipamentos dos vagões e locomotiva, consequência da “concentração de tensões” que reduziram a área de resistência da composição.

    Pouco tempo depois, “Fadiga” passou a ser também, a “causa dos esforços alternados que produziam “trincas” (rachaduras, frestas) em geral, nas superfícies das pontes de aço mais extensas e submetidas a pesos descomunais, como a passagem frequente de grandes composições férreas (trens com dezenas de vagões carregados, por exemplo).

    De lá até nossos dias definiu-se que “Fadiga” é a mudança estrutural irreversível que ocorre em materiais sujeitos a flutuações ou deformações, resultando em “trincas” ou fraturas após um determinado número dessas “flutuações”.

    É possível estabelecer-se uma relação lógica entre os Metais e os Países?

    É o que estou agora propondo verificar, mediante uma simples descrição:

    – País é um território social, política e geograficamente delimitado; nação; terra ou região; o Reino, o Império ou a República em que se nasceu.

    Que ilação (dedução, conclusão) poderia eu sugerir que se tire da relação entre os Metais e os Países?

    Que a “Fadiga” é o dano que acontecerá mais cedo ou mais tarde ao Sistema Vital de qualquer um dos dois (Metais ou Países), a partir do momento em que suas flutuações ou deformações forem suficientes para provocar “trincas ou fraturas” nos hábitos e costumes, tudo isso multiplicado pelos peso da carga (o número de habitantes do país e seus índices de medição de alguns itens) que poderá ser um freio ou um acelerador, como veremos a seguir.

    Por enquanto, vamos admitir que também os países podem sofrer “Fadiga”, à medida em que o tempo os “enquadre” na quilometragem certa para tanto, mas saliento que sua segurança anti-fadiga compõe-se de:

    IDH – Índice de Desenvolvimento Humano – é a medida comparativa usada para classificar os países pelo seu “grau de desenvolvimento humano”, separando-os em “desenvolvidos”, “em desenvolvimento” e “subdesenvolvidos”.

    Para calcular o IDH são considerados, entre outras, a Expectativa de Vida ao Nascer, a Educação e o PIB per Capita.

    Esses elementos são o diferencial entre Metais e Países. Enquanto no 1º caso, Metais, são suficientes o Tempo e a Concentração de Tensões para determinar uma “Fadiga”, no 2º caso, o dos Países, o Tempo pode até ser um elemento negativo, mas não é suficiente para “forçar a ocorrência de uma Fadiga”, já que o IDH, se for positivo, bastará para decretar que “aquele país, mesmo milenar, não cederá à Fadiga” o que significa “tem População Desenvolvida e PIB per Capita superior, além de uma boa Expectativa de Vida ao Nascer”, isto é, “está preparado para o Futuro”.

    O que já percorremos, neste assunto, deixa claro que estar entre os “desenvolvidos” é quase uma segurança de que não haverá perigo de “Fadiga”, pelos vários itens com capacidade para contrapor a uma eventual “tragédia”.

    Basta voltar dois anos no tempo e chegaremos à situação em que um país novo, super bem posicionado no IDH, com ótima pontuação nos itens Educação e PIB per Capita quase se deu mal: os Estados Unidos foram salvos de uma catástrofe financeira por contarem com os freios do IDH e também por serem um país jovem – Independência declarada a 04/julho/1776 (235 anos) e reconhecida a 03/set/1783 (228 anos).

    A Grécia, cuja posição no IDH é muito boa, consta entre os 47 melhores do mundo, mas está longe de ser uma situação tranquila. Pode-se dizer o mesmo da Espanha (entre os 23 melhores), da Itália (24º) e da França (20º), os 3 países com dificuldades para voltarem a ocupar a mesma posição em que já estiveram antes, na Economia.

    Por isso, um alerta: o Brasil está crescendo, mas ainda não está entre os grandes no IDH.

    Onde precisamos melhorar mais é na Educação, fundamental para que o resto funcione!

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