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    Gilberto Jasper - Em Outras Palavras

    Passado presente

    adminBy admin24 de março de 2017Nenhum comentário3 Mins Read
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    Estou com saudades de Arroio do Meio. Minha mãe passou por uma enfermidade grave que resultou no falecimento em julho passado. Antes mesmo do agravamento da enfermidade intensifiquei minhas idas à terra natal. Aos 56 anos, as reflexões sobre a nossa origem se aguçam. Talvez pela certeza da nossa finitude que se aproxima.

    A ausência de quase dois meses intensificou minhas saudades. Dos amigos de festas, dos colegas da Escola Luterana São Paulo e do Colégio São Miguel, dos jogos de futebol de salão do campeonato da praça, dos jogos do “segundo quadro” do 7 de Setembro de São Caetano. Ou ainda mais cedo… dos meus tempos de “mascote” do União da Bela Vista – onde meu pai era presidente e minha mãe fritava pasteis nas tardes de domingo. Relembro dos mergulhos proibidos na represa do seminário (até hoje não sei nadar!), das fugidas de carro para aprender a dirigir aos 15 anos, das tarde no rio Forqueta e das pescarias no arroio.

    Em cada canto, uma recordação. Em cada rosto, lembranças afetivas indeléveis. Da Bela Vista até a beira do rio cenas antigas permanecem vívidas na memória, no coração. Afinal, é disto que a vida é feita: pessoas e momentos, inclusive os menos agradáveis que incluem perdas, rompimentos, tristezas e decepções. Estes sentimentos forjam o ser humano.

    Recolhi espinhos, mas as flores e frutos colhidos compensam todas as agruras

    Longe do sentimento de melancolia, minhas idas a Arroio do Meio têm o poder de me energizar, recordar das dificuldades da infância vivida no bairro Bela Vista, de ir a pé à escola, das telecomunicações precárias. Em compensação tínhamos um convívio humano mais intenso, contatos quase diários com amigos e familiares. Tudo isso fortaleceu meus vínculos, reforçou minhas relações, reafirmou amizades eternas importantes ao longo da vida.

    Quando vou a Arroio do Meio caminho pela cidade, geralmente depois do almoço, principalmente no inverno, quando o clima é mais ameno. Somente como pedestre é possível auscultar a alma da cidade, sentir o pulsar da rua, olhar nos olhos das pessoas, sentir os perfumes da praça, da área de lazer e de tantos outros cantos.

    Olhando para trás, um susto: faz tanto tempo! Repetir que tudo passou com rapidez soa piegas, mas diz com exatidão das reminiscências que se iniciaram pelas mãos da “dona” Dorothea Suhre. Professora, mãezona, conselheira, amiga da gurizada – inesquecível. Ensinou, apesar da tenra idade, sobre a importância insubstituível dos educadores na formação do caráter. Dona Dorothea, orgulho eterno do magistério do nosso Estado.

    Ao longo de mais de meio século aprendi a valorizar minha história, onde estão lapidados os princípios que nortearam a minha vida. Ali sofri com dolorosos espinhos. Mas as flores e frutos colhidos compensam as agruras.

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